Faz sol, um pouco de calor até. Mas em vez de estender o corpo na areia da praia agarrei a bicicleta e passeei por aqui. Outros aproveitaram e passearam por ali.



Não estou do contra. Estou mesmo a favor. Quero mesmo é que depois não deixem entrar carros, motas e outros veículos motorizados. A gente precisa de momentos de paz e aqui… estão a preparar um lugar desses


Aproveitando um primaveril Domingo fui, manhã cedo, pedalar pelas ruas de Alvor e Portimão. Vi muitos ciclistas vestidos a rigor e ‘enfileirados’ pela GNR de motos e carros, mas esse não é o meu filme. Fui mesmo cruzar-me com centenas, alegria de ver cada vez mais gente ao pedal, mesmo que seja só ao Domingo de sol, que tental por mais diversos equilíbrios manterem-se nas poucas ciclovias existentes. As que há não se comunicam entre si, o que torna mais ‘interessante’ escolher um percurso. Mas os pedestres que tem passeio feito calçada não gostam de calçada e a Câmara parece que ainda não viu isso, é que eles andam na sua marcha salutar mesmo pelo centro da ciclovia… só falta que estejam a imaginar que estão a dar ao pedal.
Mas o curioso do dia de hoje foi que só hoje reparei que a ciclovia existente lá nos lados do Pavilhão Arade termina abruptamente dentro dum restaurante… revigorante!


Uma tarde agradavel, umas pedalas e estou do outro lado da Ria a ver o ‘meu’ lado.
Curiosamente nunca tinha reparado num tractor como que a arar e um montacargas Ria dentro.



Hoje, por
impossibilidade de fazer o meu exercício durante o dia optei por fazer ao fim da tarde, sendo já noite escura. Mas aproveitando a luminosidade dos leds, arrisquei e diverti-me neste passeio em que vi o cinzento escuro do mar e as luzes de Natal. Portanto conclui que não é pela
hora que não faço exercício. As coisas têm outra beleza.
A repetir.
Por todo o lado estavam as brigadas da limpeza a desfazer os excessos desta noite passada, presumo. Eu, com a minha bicicleta, fazia o passeio pela cidade, juntamente com milhares de turistas que aqui acorreram para festejar a passagem do ano. E lá fui eu de máquina em equilíbrio instável registando as bonitas paisagens que me proporciona a cidade, que tem o prazer de me acolher, eu sei.
Praia da Rocha
Ria de Alvor
Praia de Alvor
qualquer dia conheço este quadrado de cor e salteado
Não apetecendo ir à praia porque não estava aquele calor ou apenas porque hoje não me era dia do o fazer, andei na selva do automóvel sempre com ideia que de tanto barafustar um dia vou ser feliz - os automobilistas vão respeitar as bicicletas.
etc.