Passeando nas belissimas instalações da Restina de Alvor, entre mato um tomateiro. Será que já estão temperados de sal? Método da cagação na sua origem?
Um domingo por caminhos ainda não por mim trilhados. Como vantagem não ter que ter cinquenta olhos para os automóveis. Desvantagem: não ter perna para as subidas de gravilha solta. Valeu a pena pelo que não conhecia do aqui tão perto.
Chegou a altura que tenho que ponderar seriamente o que fazer. As estradas e ruas estão cheias de automóveis. A bicicleta, meio de transporte e/ou da lazer, saudável e não poluente tem de ter milhentos olhos porque os carros estão parados, mal em segunda fila e arrancam sem se lembrarem que os retrovisores não se gastam se forem usados; estacionados, mal, em cima de passeios, passadeiras e desníveis, obrigando a um constante ziguezaguear e por fim os que circulando, mal, porque se lhes apetece virar à direita, não olham se esta está ocupada com um ciclista que acabaram de ultrapassar.

Hoje ponderei e circulei no ‘madeirão’ de Alvor. Muito mais seguro… mas a quantidade de peões, que muito bem usam aquele via de divertimento, lazer e desporto, obriga a um cuidado redobrado por parte dos amantes da bicicletas, o que nem sempre vejo. Enquanto não aparece o sinal de proibido bicicletas por ali vou-me mantendo
Espero que a via central, a dos carros prioritários não nos seja vedada quando concluída. Para já tem o condão de deixar a bike de tons avermelhados pelo pó que é levantado. Está a precisar de mais umas boas passagens do tractor da água (salgada).
Mapa de ciclovias em Portimão não consigo descobrir. Deve ser erro meu…
As que eu conheço terminam assim abruptamente como perto da fortaleza de Santa Catarina ou como esta perto do Pavilhão Arena
Foto de 20 de Março de 2011
em 23 de Julho de 2011